Mundinho

quarta-feira, abril 15, 2015



Sabe aquela sensação de estar em casa? De sentir o cheiro do seu lar? Então, só percebemos que é a melhor coisa do mundo, quando a deixamos de sentir, porque simplesmente não estamos em casa ou por que estamos no processo de construção do nosso próprio lar.

Não é apenas a questão de sair da casa dos pais, embora isso também seja muito difícil, nem mesmo de se casar e começar uma família. Essas duas situações são as mais comuns e que funcionam como na engenharia; os cálculos precisam estar corretos desde o início, do contrário, tudo irá desmoronar. No entanto, a sociedade está tão acostumada a generalizar que, se tratando de um relacionamento entre dois, nem enxerga os exemplos que saíram do óbvio, que construíram uma relação de respeito, mesmo sem seguir os padrões impostos por todos.

Mas, indo além do casamento, existe um universo que se localiza nos extremos do nosso pensamento. Algo tão particular, que dispensa opiniões alheias. Se trata de um “universozinho”, aquilo que chamamos de “meu jeito de ser” e todos os sentimentos que o lapidam, tantos que, muitas vezes, nos perdemos nessa composição e deixamos tudo ficar bagunçado. Entretanto, se essa bagunça te faz bem, tem motivo para desfazê-la?

Há quem prefere tudo no seu devido lugar, há quem não quer mover as coisas. Mas, também há quem não entende a forma de organização alheia e prefere bedelhar o universo do outro. Assim como a forma de organizá-lo, quem você quer receber nele também é uma escolha sua.

Então, se o seu universo estiver onde a tequila está, coloca um salto e vai atrás dela. Se o seu aconchego tiver cheiro de café e jobs para entregar, não espere e vá logo. Se ele for constituído por cobertas e séries, se joga. O universo é seu e a vantagem é que ele estará onde você estiver.

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